O objetivo foi buscar um novo acordo com condições para que os sojicultores possam pagar as operações do crédito rural de safras passadas. Segundo o parlamentar, os produtores ainda pagam altos valores por máquinas que hoje valem menos que as dívidas.
?Uma colheitadeira, por exemplo, onde o produtor já pagou R$ 300 mil, mas ainda deve R$ 450 mil. Essa máquina, hoje, vale R$ 200 mil. Ele deve mais do que isso para o banco. Temos custeios prorrogados, também, para quais precisamos de um prazo maior ? salienta.
Durante a reunião, Heinze também cobrou a liberação de recursos para ajudar na comercialização do trigo. Sobre isto, ele informou que na próxima semana deve ser feita uma reunião para agilizar novos mecanismos para a venda do produto.