Os destaques partiram de dois grupos, Alimentação, de 1,27% para 0,47%, e Transportes de 1,04% para 0,01%. Isso ocorreu porque estas classes de despesas foram beneficiadas por taxas de inflação mais fracas em produtos de peso no cálculo da inflação varejista, como hortaliças e legumes, de 6,84% para 3,08%, e gasolina, de 3,81% para 0,75%, respectivamente.
Os outros grupos que apresentaram desaceleração de preços no período foram Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,88% para 0,60%, Habitação de 0,91% para 0,83%, Vestuário, de 1,04% para 0,71%, Despesas Diversas, de 0,46% para 0,19%, e Educação, Leitura e Recreação, de 0,27% para 0,19%.
A FGV informou ainda que, entre os produtos pesquisados para cálculo do IPC-S de até 31 de maio, os aumentos mais intensos foram apurados nos preços de taxa de água e esgoto residencial, 3,22%, tomate, 12,58%, e tarifa de eletricidade residencial, 1,34%. Já as mais expressivas quedas de preços foram registradas em álcool combustível, baixa de 11,25%, laranja pêra, queda de 13,70%, e cenoura, recuo de 7,75%.