Três dos sete grupos de despesas pesquisados registraram alta de preços com menor intensidade, entre os quais alimentação, cuja taxa passou de 0,45% para 0,18%. No grupo, os técnicos da FGV detectaram redução da pressão inflacionária dos produtos derivados do leite, de 4,21% para 2,86%.
Quatro grupos apresentaram índice mais elevado. A maior alta foi constatada em transportes, com 0,21% ante 0,02%, resultado atribuído ao reajuste do álcool combustível (de 0,04% para 2,64%). Em habitação, a elevação foi de 0,66%, ante 0,50%, com destaque para o aumento da tarifa de energia elétrica residencial (de 2,20% para 3,89%).