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Para analistas, agronegócio foi destaque da balança comercial neste semestre

No caso da soja, exportação do grão cresceu 30% em relação ao ano passadoA balança comercial brasileira teve o pior resultado dos últimos 18 anos. Os dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) revelam um déficit de US$ 3 bilhões no primeiro semestre de 2013. Desde 1995, quando foi registrado um déficit comercial de pouco mais de US$ 4 bilhões, os primeiros seis meses de um ano não tinham resultado tão negativo.>>Veja os resultados da balança comercial para pecuária

>> Veja os resultados da balança comercial para agricultura

No acumulado de 2013, as exportações somaram US$ 114,5 bilhões e as importações, US$ 117,5 bilhões. A média diária das exportações foi de US$ 931 milhões, queda de 4,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a média diária das importações ficou em US$ 955 milhões, alta de 1% em relação ao mesmo período de 2012.

No primeiro semestre deste ano, as importações bateram recorde. Em junho, houve um superávit de pouco mais de US$ 2,39 bilhões, com exportações em US$ 21,22 bilhões e compras do exterior em US$ 18,83 bilhões, o que representa um crescimento de quase 199,3% em relação a junho de 2012.

Para analistas de mercado, o agronegócio foi o grande destaque da economia. Os números foram todos positivos. No caso da soja, por exemplo, a exportação do grão cresceu 30% em relação ao ano passado. A soja teve um forte crescimento de 17,9% com relação ao mesmo período de 2012. Foram exportadas 6,57 milhões de toneladas.

– O agronegócio, como um todo, é um setor que tem pouca importação de produto. Com execessão do trigo, é um setor no qual o Brasil tem uma produção elevada, com um bom conteúdo tecnológico e índice de produção nacional elevado. Então, a gente consegue exportar bastante, e isso gera divisas para o país. Comparando o agronegócio com o restante da economia, o setor se destaca pela competitividade nacional e geração de dólares e divisas internacionais – pontua o gerente de economia da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), Daniel Furlan Amaral.

As exportações de açúcar nesta safra estão com um desempenho melhor, mas isso não significa que o Brasil vai vender mais açúcar para o exterior neste ano. O dólar alto ajuda a impulsionar o volume comercial, mas os preços estão baixos no exterior. De acordo com os números da balança, em junho deste ano, foram exportados 417 mil toneladas de açúcar, com receita de US$ 193,5 milhões. No mesmo período de 2012, as vendas foram de 370 mil toneladas.

– Olhando as exportações de açúcar de junho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, a gente nota uma melhora na performance e um volume de exportação melhor. Em junho, choveu menos do que no mesmo mês de 2012. Isso facilitou o embarque de açúcar, mas é só isso. A condição climática não reflete a safra – ressalta o diretor da Job Economia, Julio Maria Borges.

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