Conforme a consultoria, a favor da transgenia houve a maior facilidade nos tratos culturais, redução no custo de produção, diminuição nos preços dos herbicidas, maior disponibilidade de variedades adaptadas, boa oferta de variedades precoces, firme elevação na média das produtividades obtidas e melhora no nível de aceitação pelo mercado consumidor.
Na outra ponta, as limitações ao uso da soja transgênica podem ser destacadas na discussão da cobrança dos royalties pela detentora da tecnologia, no aparecimento de ágio no preço da soja convencional, no aumento da resistência de ervas daninhas ao glifosato e campanha institucional visando o aumento da pesquisa e da utilização de variedades convencionais.
Nos Estados, Goiás apresentou incremento de 14% no plantio de soja transgênica, contra 13% de Mato Grosso, 11% do Paraná, e 10% de Mato Grosso do Sul e São Paulo. Na liderança no nível de utilização estão o Rio Grande do Sul, com 99% da área, Santa Catarina com 93%, Paraná com 91%, Mato Grosso do Sul com 90% e Goiás com 88%.