Começou nesta terça-feira (29) a 13ª edição da Parecis Superagro, em Campo Novo do Parecis (MT).
A feira é uma das mais importantes de Mato Grosso, com vitrine de tecnologias que chama atenção dos produtores rurais e de representantes do Brasil e de outros países.
O intervalo foi longo. A última edição da feira aconteceu em 2019. Agora, a feira volta a movimentar o mercado de tecnologias e serviços na região oeste de Mato Grosso.
O retorno atende a uma demanda consolidada entre agricultores e pecuaristas mato-grossenses.
Uma pesquisa do Imea sobre o perfil do agricultor na era digital, aponta que as feiras agrícolas são o principal canal de informação sobre as novidades tecnológicas para nada menos que 25% dos produtores rurais do estado, uma vitrine de inovações e oportunidades.
Nesta edição, a Parecis Superagro está mais robusta. São aproximadamente 150 estandes com o que há de mais moderno em alta tecnologia para o agronegócio, espalhados em quase dez hectares do parque de exposições do município.
Além das novas tecnologias em máquinas e implementos agrícolas, há uma vasta opção de cultivares e culturas principalmente para segunda safra uma tradição na região.
Já no primeiro dia de portões abertos ao público, presença internacional.
A visita é parte do programa AgroBrazil, desenvolvido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com objetivo de apresentar a realidade da produção agropecuária nacional para representantes de delegações estrangeiras.
“Queremos desmistificar a imagem negativa que foi criada nos últimos anos sobre a agricultura brasileira. Estamos mostrando o alto nível de tecnologia de produção, inclusive em energia, além de grãos e informações qualificadas que estes representantes levarão a seus países”, explicou Gedeão Silveira, 2º vice-presidente da CNA.
“O que nos move é a vontade de mostrar o que realmente estamos fazendo em Mato Grosso, não o que dizem que fazemos. Os representantes vêm e veem que estamos fazendo da maneira ambientalmente mais correta que em qualquer país. E ainda temos capacidade de ampliar a produção, garantindo segurança alimentar ao mundo”, enfatizou Normando Corral, presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato).