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Produtores gaúchos podem parcelar financiamento do custeio

Quem financiou plantio de soja, arroz e milho na safra 2016/2017 tem direito de parcelar dívida em até quatro vezes

Fonte: Pixabay

Mais de 10 mil produtores de grãos do Rio Grande do Sul devem pagar o financiamento de custeio da última safra de forma parcelada. Quem não solicitar o benefício dentro do prazo, no entanto, fica de fora. 

Quem cultivou soja, arroz e milho e financiou o custeio agrícola da safra 2016/2017 terár o direito de parcelar a dívida em até quatro vezes. Isso vale para agricultores que fizeram a operação junto ao Banco do Brasil, instituição que responde por 60% do crédito agrícola no Rio Grande do Sul. 

De acordo com o gerente de marcado de agronegócios do Banco do Brasil, João Paulo Comerlato, 90% dos produtores vão buscar o alongamento do custeio. A totalidade do custeios, segundo ele, gira em torno de R$ 3 bilhões, e se refere a um contingende de 10 mil a 11 mil produtores.

O alongamento da dívida, cada vez mais comum por parte dos bancos, deve equilibrar os preços que estão baixos por causa da grande oferta de produto. “Notícia boa para os produtores de soja, porque eles além de sofrerem, como os do arroz, com uma oferta muito forte e preços muito baixos, agora têm problema logístico também. A possibilidade de alongamento permite não pegar um período de muita conturbação para escoamento”, analisa a economista da Farsul Danielle Guimarães.

Para conseguir o parcelamento, o produtor deve ir a uma agência do banco até julho. 

“Tem que levar o recibo de depósito daquele produto que ele fez o financiamento de custeio e que já colheu. A quantidade de produtos é necessária para quitar o total. Aqueles produtores que não procurarem o banco antes do vencimento terão o seu empréstimo vencido de uma única vez”, aponta Comerlato. 

Mesmo com a remuneração menor, o banco não tem dúvidas de que os produtores rurais vão conseguir pagar o financiamento da safra. 

“Acreditamos que, apesar da baixa nos preços das commodities das culturas, a produtividade compensou. Não acreditamos em inadimplência até porque o produtor que se manter adimplente, pagando em dia, ele tem mais chance de continuar financiando no sistema financeiro”, completa Comerlato. 

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